
O seu pai era barbeiro e "vivia para o povo" e a mãe era de Benguela e a avó das terras do Cunene, junto à fronteira com a Namíbia. António é o "Balão", conforme gosta de ser chamado. Passeou-se por salões e festas com a sua voz cavada e imitações dos cantores da altura. Formou um grupo musical, meteu-se nas corridas, marchou na guerra e foi juntando muitas e boas memórias. Por entre Huambo, Luanda e Benguela, as memórias de um homem que diz nunca estar parado
1 comentário:
Balão é das familias Benguelenses que ainda hoje lá vivem.
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