Recordar Angola. Fotografias e histórias. Books and photos, livros e memórias

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sábado, setembro 22, 2012

António Lobato nas Memórias Africanas, com Paulo Salvador


15 de Setembro de 2012  Convidado: António Lobato (ouvir)













António Lobato é o militar português que mais tempo esteve prisioneiro de um movimento de libertação na guerra colonial. Durante sete anos e meio esteve preso às mãos do PAIGC na Guiné Conacry. O sonho dele sempre foram os aviões, que em Portugal lhe sobrevoavam a cabeça a caminho de Lisboa. Apanhado pela guerra, chegou À Guiné e nem avião tinha para pilotar. Esteve à espera que viesse o primeiro e ajudou a montá-lo. Mas um acidente obriga-o a aterrar em território hostil. Sobreviveu aos maus tratos e foi preso, até que o Estado Português, numa missão clandestina e ilegal chamada Mar Verde, invade território estrangeiro e retira-o de Conacry. Viu a morte de perto, mas nunca pode esquecer o sonho de voar. Foi recebido como um herói mas não podia contar a verdade. Uma viagem pela história colonial.

domingo, setembro 16, 2012

Margarida Pereira Muller nas Memórias Africanas




Margarida Pereira tem duas grandes paixões. Uma é a cozinha e a culinária e a outra são os contos. A este propósito ela acaba de editar uma obra sobre os contos tradicionais de Angola. África é outra das constantes na sua vida. Nasceu em Moçambique e veio para Portugal para um colégio interno. Foram as histórias que a mãe lhe contava em África que a ajudaram a superar a solidão e a saudade de terras africanas.

João Santos Fernandes nas Memórias Africanas com Paulo Salvador




Ele nasceu em Lisboa, mas esteve em Moçambique, conviveu com o irmão de Joaquim Chissano, fez parte da Comissão de Extinção da Pide/DGS e integrou o QG da Nato em Bruxelas. Esteve ligado aos serviços de informações secretas. Um coronel que, sabendo mais do que pode contar, revela detalhes da história que por vezes nos escapam e abre alguns dos dossiers secretos de Portugal e África.

António Brito nas Memórias Africanas, com Paulo Salvador

António Brito nasceu no concelho de Tábua, entre as serras do Açor e do Caramulo em 1949, Trepou andaimes, carregou tijolos e cimento nas obras. Mal fez dezoito anos alistou-se na Força Aérea. Ele sonhava com os aviões que o levariam ao céu, mas que acabaram por transportá-lo ao inferno. Por terrras moçambicanas viveu a guerra e recolheu momentos que mais tarde viria a reproduzir nos seus livros. Um chamado “O ceu não pode esperar, outro “Olhos de Caçador” e finalmente “ Sagal”